21°Cpostado em 02/02/2012 |
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Palestra sobre a doença foi ministrada no auditório da Prefeitura |
Seguindo as ações de esclarecimento sobre a hanseníase no Brasil, a Secretaria Municipal de Saúde de São Miguel dos Campos por meio da dermatologista Letícia Pasito e da terapeuta ocupacional Jaqueline Guerra, fizeram uma palestra de esclarecimento sobre a doença na manhã desta quinta-feira, 02, no auditório da Prefeitura Municipal.
O evento recebeu cerca de trinta médicos de unidades da saúde da família do município e revelou características, diagnósticos, tratamentos, reações e mitos da doença considerada endêmica no Brasil, que de acordo com o Ministério da Saúde acumula 37.610 novos casos diagnosticados em 2010.
De acordo com Letícia essa ação é interessante para atualizar os médicos sobre a doença. “A hanseníase pode causar diversas consequências físicas se não tratada corretamente, por isso é necessário que os profissionais da saúde estejam preparados para diagnosticar e tratar a doença da melhor maneira”, explicou.
O dia mundial de luta contra a hanseníase acontece todo último domingo de janeiro para chamar a atenção sobre os seus problemas quando não diagnosticado precocemente e nem tratado corretamente.
Hanseníase
A hanseníase, conhecida também como lepra, é uma doença infecciosa que pode aparecer em qualquer parte do corpo com manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas sem sensibilidade, atingindo pele e nervos dos braços, mãos, pernas, pés, rosto, orelhas, olhos e nariz.
Seu contágio acontece através do contato prolongado com uma pessoa doente, podendo aparecer sintomas de dois a cinco anos após a contaminação.
A doença tem cura, com um tratamento de seis à 12 meses, sendo disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) gratuitamente. Se a hanseníase for diagnosticada tardiamente ou tratada da forma errada pode causar incapacidades físicas.

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