30°Cpostado em 12/02/2012 |
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De acordo com a Fundação Carlos Chagas, resultado será divulgado no dia 5 de março |
A aplicação das provas objetivas do concurso público do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), neste domingo (12), trouxe candidatos de estados do Nordeste e do interior de Alagoas à cidade de Maceió. O exame para o cargo de Perito Médico Previdenciário foi realizado de manhã. E a prova para Técnico do Seguro Social foi aplicada à tarde.
Para o baiano Charles Adriano o tempo para responder as 60 questões da prova, 20 de conhecimentos gerais e 40 de conhecimentos específicos, foi curto. O gerente de serviço disse que está acostumado a participar de concursos que duram quatro horas e não três como no do INSS.
A bancária baiana Cargeany Lacerda também achou que o tempo foi insuficiente para responder questões de Conhecimentos Específicos, Ética no Serviço Público, Regime Jurídico Único, Noções de Direito Constitucional, Noções de Direito Administrativo, Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico e Noções de Informática.
Os dois candidatos moram no município de Paulo Afonso, na Bahia. A bancária, que já é concursada e tem parentes em Alagoas, explicou se inscreveu no concurso do INSS por causa do salário. Já Charles, que não tem familiares em Alagoas, disse que quer ser funcionário público por causa da estabilidade. “Já perdi as contas de quantos concursos já fiz. Meu foco é área administrativa. Achei que a prova de hoje tinha muitos textos grandes. Mas o tempo foi o pior, quando levantei a cabeça já tinha terminado”, declarou o baiano.
O salário de R$ 4.496,89 também atraiu candidatos do interior de Alagoas. A vendedora Bárbara Iara Félix e a professora Cícera Gomes da Silva vieram do município Santana do Ipanema para concorrer ao cargo de Técnico do Seguro Social.
A vendedora participou de um concurso pela primeira vez. E achou a prova boa. “Foi boa para quem estava preparado. O tempo foi bom, deu para fazer tudo. Não gostei tanto de Matemática, mas me sinto preparada”.
Para a professora três horas também foram suficientes para responder todas as questões. “Não existe prova ruim, para quem estava preparada não estava ruim. Não é preciso mais tempo, é preciso mais dedicação. Quem queria mais tempo estava em dúvida e quem tem dúvida está despreparado”. Cícera Gomes acha que não conseguiu se preparar como devia para o concurso. “Vida de professor é corrida, sei que precisava de mais dedicação. Fiz o concurso por causa da estabilidade, da remuneração. E também por ser um concurso federal, que é melhor do que estadual ou municipal”.
Segundo a Fundação Carlos Chagas, empresa responsável pelo concurso, Os resultados das provas objetivas e de títulos serão divulgados no dia 5 de março. São 375 vagas para Perito Médico Previdenciário e 1.550 para Técnico do Seguro Social. O salário de Perito Médico Previdenciário chega a R$ 9.070,93 e o candidato também precisa fazer prova de título.

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